Equipa de Regatas "SMC/Networks"

Vencedor "DESAFIO OEIRAS 2009" - ANC Div B 

Vencedor "Desafio Oeiras 2008" - ANC Div B

Vencedor "Desafio Oeiras 2007" - IRC - Div C

 

News update daily/weekly/monthly

24 de Janeiro 2010

Iniciámos hoje mais uma formação de Vela para adultos. Vento algo fresco para primeira saída mostrou aos novos velejadores que a adrenalina está presente nas saídas de veleiro de cruzeiro. Vento a soprar de N entre 18/20 kt com rajadas de 25kt no percurso entre Oeiras e Algés. Vela grande no 1º rizo e genoa #2 içadas. Os "laseristas" da ADO participaram em Sesimbra na 1ª PAR de 2010 e alcançaram o 2º lugar (Rui Silveira), 3º com António Mourão (1º junior), 4º com Miguel Gomes (2º junior) e 12º com João Caiado. Efectuaram-se 6 regatas em mais uma participação bastante positiva da equipa que teve o treinador André Croft a enquadrar.   

24 de Dezembro

Chegou o momento do nosso clube avançar para projectos mais ambiciosos. Vamos criar a "Academia Oceânica Astrolábio". Este projecto tem como objectivo facultar aos nossos velejadores o melhor treino para regatas e cruzeiro em mar aberto bem como permitir a um maior numero de portugueses a possibilidade de "saborear" os momentos de navegação à vela fora de águas abrigadas. E como primeiro passo temos a oferta da formação de "Iniciação de Vela de Cruzeiro". Queremos que um cada vez maior numero de portugueses tenham acesso ao mar e à navegação com vento que tantas glórias deu a Portugal. E que continua com o Francisco Lobato. Até dia 15 de Janeiro divulgaremos os programas dedicados a cada tema. Continuem ligados ao nosso site a aguardem informação.  Boas Festas para todos.

 24 de Outubro

O Francisco Lobato no seu "ROFF/TMN" venceu a Transat 650 em barcos de serie. Todos nós estamos de parabéns e devemos muito ao Francisco por elevar bem alto o nome de Portugal na náutica de competição. Mas infelizmente os nossos meios de comunicação social continuam a virar as costas ao desporto da vela em Portugal que, é só o desporto com mais medalhas olímpicas conquistadas pelo nosso país. Para quando uma mudança de atitude....PARABÉNS FRANCISCO.

04 de Outubro

Rui Bóia venceu a 3ª Qualificação Nacional que decorreu este fim de semana em Lagos. A equipa de Laser da ADO está em Leixões para a "Matosinhos Cup" a contar para a EuroLaser Cup. O Francisco Lobato com o seu Roff/TMN já largou em direcção a S Salvador da Bahia para mais uma MiniTransat. Bons ventos o acompanhem...

20 de Setembro

Dia grande para o desporto náutico de Portugal. Uma vez mais o Francisco Lobato (Roff/TMN) demonstra que é "a melhor" esperança da vela de alto nível de Portugal. Parabéns ao Francisco pela brilhante vitória na 1ª etapa da Transat 650. Vamos estar com Francisco na 2ªetapa que se prevê muito complicada (como complicadas são todas as provas em Mini 650).

07 de Setembro

Mais um GP Oeiras disputado ao largo do estuário do Rio Tejo no último fim de semana. Vitória para o Snoopy em ANC-A nos dois dias e para o FengShui e Seven/SMC Networks em ANC-B. Vão inscrever o seu nome nos troféus perpétuos "GP Oeiras" e "Troféu Municipio de Oeiras" o Snoopy e o FengShui.                                                                                                                                    No DESAFIO OEIRAS 2009 foram vencedores o SALIS em ANC- A e o SEVEN/SMC Networks em ANC-B.                                                                                                                                                 A equipa da Catarina Carvalho fez 8º no grau 1 no Lago de Garda (Itália). Vigo é a próxima etapa.

30 de Agosto

O Seven já está na água e pronto para discutir a conquista do Troféu perpétuo Municipio de Oeiras. É no próximo fim de semana que se realiza o GP Oeiras/Troféu Municipio de Oeiras que fecha o "DESAFIO OEIRAS 2009" e onde o Seven lidera a classificação em ANC-B. Limpeza de fundo com pintura, manutenção no motor, polimento do casco e convés (o Miguel e o Nuno tiveram intervenção) e montagem de novos casquilhos no leme. Estamos a trabalhar no projecto de participar em 2010 na Volta ao Algarve e na Regata Logos-Palos de la Frontera.                                                                                                                                             A equipa da Catarina Carvalho fez 7º no grau 1 em St. Quay. Segue para Garda em Itália.

21 de Julho

Estamos a preparar a segunda metade de 2009 e 2010 com ambição. para começar nada melhor do que uma revisão ao "Seven". Vai sair da água para fabricos a 03 de Agosto em Oeiras. Intervenções ao nível do aparelho fixo, motor, limpeza e conservação das obras-vivas, polimento das obras-mortas e convés e nova decoração. Estes trabalhos tem duração prevista de 15 dias para de seguida procedermos com as afinações para o "GP Oeiras 2009" (05/06 de Setembro).       O nosso objectivo é a renovação do título do "Desafio Oeiras 2009" - ANC div B.                                Na classe Laser Radial os jovens da ADO tiveram um comportamento meritório na Dinamarca. Martim Pinto foi 22º em Juniores (frota GOLD) entre 73 atletas e Rui Silveira alcançou o 19º lugar nos Seniores (frota GOLD) entre 70 atletas. Existe "matéria prima" com enorme margem de progressão nos atletas da ADO. Vamos aguardar que, após 2009 bem sucedido em termos de resultados, os apoios cheguem para os atletas.......                                                                             No Match Race feminino a equipa da Catarina Carvalho vai estar presente em três eventos de grau 1 e 2 em Agosto e Setembro continuando assim os contactos internacionais onde estão as melhores equipas do ranking ISAF. 25/29 Agosto St Quay Women Match Racing, St Quay, Portrieux, França; 1/5 Setembro Trentino Women’s Match Race “Yamamay” Cup, Riva del Garda, Italia e 23/27 Setembro Punta Lagoa CaixaNova - Vigo Espanha são as provas que contam para o ranking ISAF. Neste momento a equipa continua a preparação física no SOLPLAY Health Club.
 

22 de Junho

Óptimo fim de semana de regatas. Na estreia da nova vela de proa UK Sails o "Seven/SMC-Networks" alcançou o terceiro lugar no final das duas regatas efectuadas (4º e 3º lugares) no Torneio Vela Azul/Genuíno Madruga em Oeiras na classe ANC-B. Em primeiro lugar ficou o "Polaris I" seguido do "Rodopio" A tripulação notou diferenças no andamento do "Seven" se bem que mais exigente em termos de afinações. Para uma total optimização do "Seven" só falta concretizar uma vela grande nova também em PenFlexRace da UK sails. Mais novidades podem estar para breve...

18 de Junho

A equipa do Rui Bóia classificou-se em 6º lugar no evento de Match race grau 1 ISAF em S.Petersburgo. Foi uma classificação promissora que volta a colocar o Rui como um um valor em ter em conta em evento internacionais. A próxima participação é em Koper/Eslovénia ( www.cleanport.si/smrc/index.html ). A lista de participantes é rica em timoneiros com boa classificação no ranking ISAF. Vamos apostar no Rui...

O Seven/SMC-Networks vai estar presente no Torneio Vela Azul/Genuíno Madruga que a ADO organiza em colaboração com a ANC a 20/21 de Junho em Oeiras. Está previsto dois dias de regatas ao largo com o percurso e ser montado entre Oeiras/Bóia #2/Bóia C2 da Guia/Oeiras. uma genoa nova vai ser estreada. A UK Sails forneceu.

 

07 de Junho

Durante a próxima semana a equipa de Rui Bóia vai estar presente na "Sails of white nights" em S Petersburgo. Neste evento grau1 ISAF o Rui e os seus tripulantes vão apostar em conquistar uma classificação que lhes permita subir no ranking mundial ISAF. Boa sorte....

Continuamos com a publicação de textos que nos diz algo da nossa história recente:

Tive o triste privilégio de entregar, em 1977, a chefia da Pilotagem de Maputo ao chefe da equipe de meia dúzia de pilotos russos que havia um ano vinham gradualmente chegando, à medida que os portugueses partiam; e eu fui o último dos pilotos da barra e porto de Lourenço Marques a partir… Aliás esse chefe nem sequer era propriamente piloto. Antes uma espécie de comissário político.

 

Convirá explicar que, um ano após a independência de Moçambique (Junho de l975) a desilusão era já quase total entre os que tinham assinado o contrato de “cooperante” (o que fez a grande maioria dos funcionários portugueses, inclusive os pilotos) e iniciavam o retorno. Face à debandada de pilotos, alarmado, consegui acesso ao Ministro a quem manifestei as minhas preocupações. Foi-me dito: - “não há problema; nas conversações que tivemos com os nossos amigos soviéticos eles disseram-nos que mandavam para cá os pilotos que quiséssemos e quando quiséssemos”. Foi o sinal claro de que estávamos dispensados.

 

Desde recuados tempos que os pilotos em Moçambique, especialmente nos portos de L. Marques e da Beira, eram oficiais náuticos da Marinha Mercante, sendo alguns capitães (os chamados práticos eram pouquíssimos e em L. Marque há muitos anos que não havia nenhum), até porque as suas funções não se limitavam à pilotagem de navios, mas tinham a seu cargo a substituição, recolocação e posicionamento de bóias (em L. Marques eram 25) e o comando de rebocadores em tarefas de balizagem na costa e outras, de comando de dragas e até regulação de agulhas. Por isso, a corporação de pilotos de Lourenço Marques tinha brio e tradição de excelência. Assim,., quando aí por 1951 ou 52, um novíssimo piloto, que era menino bonito, bateu num guindaste do cais – que tremeu mas não caiu – com a proa do navio que atracava, a notícia correu célere por toda a “costa”e teve foros de escândalo nos mentideros de gente ligada à navegação, portos, agencias, etc.

 

. Em L.Marques/Maputo todos os dias às 0600 havia que atracar navios que estavam fundeados, na vaga de outros que entretanto tinham saído. Certo dia, pouco tempo antes de abandonar a chefia da pilotagem, apresentava-se ao serviço um piloto chamado Yuri, um piloto que tinha sido dado como pronto muito recentemente e tinha estado ausente mais de uma semana por se ter magoado num pé ao embarcar. Como estivesse vento Sul que em L. M. projecta os navios para o cais e força a cuidados especiais na manobra, prudentemente, disse ao chefe Vladimir, que eu destinara ao tal Yuri o “Sigbarge”, pequeno mineraleiro que iria atracar no cais 8, que tinha defensas especiais e cuja manobra seria muito mais fácil, enquanto que nomeava para um navio russo um piloto prático português (dos dois que nós entretanto tínhamos formado) que eu sabia ser mais seguro e experiente. Retorquiu-me Vladimir que o Yuri desejava atracar o navio russo e que estava muito habituado a manobras com ventos fortes nos mares do norte… Reticentemente embora, aceitei. Para mim reservara a atracação do português “Quelimane”.

 

É então que surge a primeira manobra exemplar russa. Embarquei em 1º lugar no “Quelimane”, no fundeadouro nº1, tendo Yuri embarcado logo a seguir no navio russo, imediatamente a jusante. Ainda estávamos calmamente virando o ferro do “Quelimane” quando, de repente, verifico com espanto que o navio russo vem já com boa velocidade a ultrapassar-nos por EB (entre nós e a terra), prosseguindo chegadinho ao cais onde íamos atracar à vazante; disse para o comandante: - este, ou sabe muito, ou não sabe nada. Palavras não eram ditas e já ouço uma confusão de ordens e contra-ordens pelo walky-talkie.

Resumindo : o navio russo não chegou a alcançar o seu lugar no cais e acostou a um navio atracado imediatamente antes. Isto, apesar de lhe ter reservado o melhor rebocador e de o tamanho do navio russo ser sensivelmente idêntico ao do “Quelimane”.

 

Entretanto, ainda enquanto cooperante, em vésperas do Natal de 1976,aceitei ir ao Rio de Janeiro para trazer dois navios de pesca de camarão (um comandado por mim, outro nas águas) cuja construção estaria praticamente finalizada nuns estaleiros em Niteroi; afinal permaneci lá, com as tripulações, mais de seis meses. Quando regressei a Maputo, em Julho de 1977, os bravos pilotos russos (ou soviéticos como oficialmente eram designados) já tinham derrubado pelo menos dois guindastes do cais em manobras de acostagem.

 

Até regressar ao Rio para nova remessa de dois pesqueiros, passei cerca de dois meses em Maputo. Foi durante este intervalo que tive novo privilégio de assistir da varanda da Estação de Pilotos a uma manobra de largada do cais, efectuada por um russo, com vento sueste ponteiro, maré morta, começo de vazante pela tabela de marés, navio atracado à enchente, rebocador em “pé de galinha” à proa; o piloto abre a popa do navio como se a água vazasse bem; mas o vento era mais forte e o que aconteceu foi que, quando o navio começou a andar a ré, em lugar de descolar do cais, veio sempre arrastando a proa ao longo do cais. Ora este navio era o “Yangtsé” ou o “Yalou, dois navios gémeos franceses da carreira da Indochina que tinham a particularidade, julgo que única, de terem a âncora sobresselente instalada nas enxárcias de bombordo (BB) do mastro de vante, situado por ante-a-ré do castelo de proa; era norma taxativa arrumar os guindastes que actuavam no navio a meio da posição deste, quer nas largadas quer nas acostagens, precisamente para evitar que os delgados da proa e da popa, durante a manobra, neles tocassem e assim estavam posicionados; portanto o navio francês, como arrastou sempre a proa ao longo do cais, acabou por atingir um dos guindastes que se enganchou nas unhas do ferro e foi puxado para o mar. Caso raro e nunca visto!.

 

Pouco tempo depois deste sucesso, compareci, com outros cooperantes incluindo um engenheiro meu amigo, a uma “sessão de esclarecimento” (onde se partia pedra) presidida pelo ministro dos Transportes, coadjuvado por outro ex-ministro do Governo de Transição, num edifício sobranceiro ao cais; a dada altura ouve-se um estrondo vindo do cais e o ex-ministro exclama com um sorriso: - “lá se vai mais um guindaste!”; exprimia assim, involuntariamente, um dos pensamentos e desígnios da Frelimo, isto é, que iam construir o “país novo” e “o homem novo” e guindaste a mais ou guindaste a menos pouco interessavam.

 

Até que um determinado piloto russo cometeu outra proeza. A dada altura foi atracar na zona do cais do aço e com a alheta do navio bateu num guindaste e derrubou-o. Como era costume o guindaste foi reerguido e removido para junto dos armazéns, para reparar e não impedir o movimento dos outros. Passada sensivelmente uma semana, o mesmo piloto foi atracar outro navio à mesma zona do cais; e foi então que, lá achando que ainda não tinha feito tudo, com a proa do navio derruba mais um guindaste que cai sobre o anterior. O qual por sua vez, por ter caído para dentro, atinge e danifica seriamente o armazém entrando por ele dentro.

Um estrago que eu observei, de deixar toda a gente boquiaberta.

 Finalmente as autoridades moçambicanas reagiram e remeteram imediatamente este piloto à procedência.

 

Não termina aqui esta saga. Depois de voltar da segunda viagem ao Rio para trazer mais dois pesqueiros, em Novembro de 1977, sou abordado pelo chefe Vladimir que muito lamentoso me diz que um piloto tinha passado com um mineraleiro de 80.000 Tons.(duma série de quatro ou cinco navios noruegueses que frequentavam regularmente Maputo) por cima duma bóia que havia frente ao cais do minério que balizava a área de manobra; estava embaraçado porque havia um desses mineraleiro a chegar e ninguém se atrevia a dar a volta para atracar sem a referência da bóia (estes navios, que tinham um planeamento rigoroso quando saíam carregados, obviamente atracavam à enchente) e pedia-me então se eu não me importava de ir atraca-lo, levando o piloto que “passara a bóia a ferro” para aprender… Foi a última manobra que efectuei no porto de Maputo. Dias depois o pesaroso Vladimir veio-me informar que a bóia estava pronta para ser recolocada, mas não havia quem a soubesse posicionar. Lá fui colocar a bóia e foi este o último trabalho que efectuei no porto de Maputo.

 

Convém referir que a colocação e posicionamentos de bóias era feita por um único piloto com a colaboração da tripulação do velho rebocador “Polana” a carvão; saía-se de madrugada, com a poita pendurada à proa, a amarra colhida no convés e a bóia a reboque. Chegado ao local aproximado, o piloto definia a posição exacta do largar da poita através de ângulos horizontais, tirados com sextante, a pontos notáveis em terra; não era fácil, requeria paciência e prática. Ora, este trabalho, com o meu regresso a Portugal, passou a ser efectuado por duas brigadas de russos: uma primeira, instalada num determinado ponto em terra, e a outra noutro ponto bem afastado do primeiro, previamente escolhido também em terra, sendo que estes dois postos, por intercepção de azimutes, indicavam ao rebocador o ponto de colocação da bóia.

 

Por último, em finais de 1977, dá-se outro fenómeno marítimo em Maputo digno de menção, que não tem que ver com os russos, mas para o qual, diga-se, também não serviram de qualquer consolo… Trata-se do afundamento da draga “Goa” (a melhor e mais moderna que nós lá deixamos), acostada ao cais, por negligencia da tripulação que não fechou convenientemente a válvulas de fundo. Por esta altura, quase todos os mestres, contramestres e marinheiros portugueses tinham regressado a Portugal.Após vários palpites de alguns espertos a realidade impôs-se – houve que recorrer aos arqui-inimigos boers da África do Sul (regime do apartheid presidido por De Klerk). Estes, munidos dos planos da draga construída na Holanda, enviaram mergulhadores, fecharam válvulas e escotilhas, insuflaram ar e a draga acabou por emergir espectacularmente, qual Fénix renascida das águas. 

 

Finis laus Deo.

 

Outubro de 2006

Jan. 2007                                                                              Luiz José de Faria

 

 

26 de Maio

No GP SMC-OceanTech09 (23/24 de Maio) a novidade deste ano foi a inclusão de porta virtual (gate GUIA) no percurso definido. Esta porta virtual situada a 15 milhas a sul de Cascais foi um desafio colocado aos participantes e cujo controle estava a cargo da organização em terra pois todos os barcos estavam equipados com sistema de localização GPS da Inosat. Quase todos cumpriram... Sagrou-se vencedor o SORCERER de Teresa Gago, seguido do ITALA de Mário Franchi e do SEVEN SMC-NETWORKS com Luís Calhau ao leme. No dia 23 as equipas de Match race da ADO (Catarina Carvalho, Rui Bóia e David Aleixo) treinaram com os J24. Treino muito produtivo para a equipa de Catarina pois continua a rodar os tripulantes e a trabalhar o entrosamento necessário para um desempenho vitorioso. Para Rui e David foi uma oportunidade para ter os elementos da equipa juntos e desenvolver procedimentos de regata.  Nestes eventos continuamos a ter o apoio do Porto de Recreio de Oeiras, do Solplay e desta vez de avidaebela.com

Iniciamos hoje a publicação de textos sobre "Episódios Maritimos":

EPISÓDIOS MARÍTIMOS

 

IV – O NAUFRÁGIO DO PAQUETE “KLIPFONTEIN

 

 

O palco principal da nossa “História Trágico-Marítima” é a costa do Natal, “de mares muito tormentosos”, tendo-se perdido, segundo M. Estácio de Amaral, – “só na carreira da Índia, entre 1582 e 1602, 38 naus, a maior parte das quais devido a excesso de carga”. Mas muitos destes naufrágios deram-se na costa de Moçambique. Alem do excesso de carga, os naufrágios deviam-se também à ”querena ao modo italiano” (que consistia em reparações superficiais, mau calafetamento, etc. e depois tudo alindado por fora) e à largada tardia, que dava azo a que deparassem com a monção contrária. O vício da carga excessiva perdurou até aos nossos dias, com violação das “marcas de seguro” entretanto instituídas internacionalmente e alguns navios se terão afundado por causa disso.

 

Para cá da História Trágico-Marítima a costa de Moçambique, continuou sendo uma costa azarada e inóspita, onde muitos navios soçobraram. Por exemplo, só na baía de Lourenço Marques (baía da Lagoa, assim a denominou o navegador João do Campo, o primeiro a aportar ao local para fazer aguada, designada depois pelos ingleses Delagoa bay), entre 1894 e 1917, houve 19 sinistros marítimos, (quase todos com perda total) a maioria por encalhe nos baixos Cutfield, Danae, Coast Shallow, Ribeiro, da Lagoa, Serra e Cockburn e na Inhaca; destes, 10 foram “barcas” (4 norueguesas, 3 italianas, 2 inglesas e 1 alemã) 1 brigue italiano, 1 navio inglês, outro norueguês, 1 vapor inglês, 1 vapor costeiro, 1 vapor de rodas, 2 rebocadores e 1 draga. Nos 30 anos que antecederam a descolonização, período de intensa actividade da cabotagem, também se perderam vários navios na costa de que recordo: o “Xai-Xai”, o “Inharrime”, o “Tagus”, o “Luabo”, o “Save”, o “Pungue” (dado como perdido mas mais tarde recuperado), etc.

 

Mas o naufrágio do “Klipfontein” – é singular. Trata-se do afundamento, espectacular, em 1 hora, dum paquete de 10.574 Tons. e 17 nós de velocidade, transportando 234 passageiros e 120 tripulantes. Ao contrário das grandes tragédias marítimas como as enumeradas no Nº 75 desta revista, – todos os passageiros e tripulantes se salvaram, incluindo um cão. Deu-se a circunstância do paquete “Bloemfontein Castle” vir na cola e recolher os náufragos, cujo salvamento é filmado com todo o pormenor por um passageiro, assim como o afundamento do “Klipfontein”.

 

O “Klipfontein”, pertencendo à Holland Africa Line, largou do porto de L. Marques cerca das 02 horas do dia 8 de Janeiro de 1953, com destino ao porto da Beira; cerca de 1 hora mais tarde largava também o paquete inglês “Bloemfontein Castle” de 18.400 Tons. com destino igualmente à Beira. Acontece que nessa época o porto da Beira, cujo cais apenas comportava 5 navios da dimensão média destes paquetes, estava congestionado, com muitos navios a aguardar acostagem, fundeados em franquia e fora da barra. Sabia-se de antemão que, a despeito dos paquetes terem prioridade, só era possível garantir a atracação do primeiro deles que chegasse. O paquete inglês, maior e mais rápido, iniciou logo a perseguição ao “Klipfontein” e estava a encurtar a distância. O comandante do “Klipfontein” tinha uma carta na manga – o seu conhecimento da costa, pois comandara o costeiro “Holland ” – e por isso encostou-se bem a terra para apanhar o mínimo da corrente contrária que se faz sentir em toda a costa de Moçambique (não por acaso, cerca de 15 milhas a nordeste do local do naufrágio, há uma ponta chamada Cabo das Correntes). Esta cartada acabou por lhe ser fatal, pois foi embater com uma agulha isolada de coral, desconhecida e não assinalada nas cartas, a 5 milhas do farol da Ponta Závora, eram cerca de 15 horas do mesmo dia. Sentiu-se um grande estrondo, o navio sofre um grande rombo, começa a alagar-se e, em 1 hora, afunda-se. E esta era a última viagem que o comandante efectuava antes da reforma…

 

Apercebendo-se imediatamente da perda irreparável o comandante do “Klipfontein” mandou alinhar todos os passageiros no tombadilho para verificar que ninguém faltava, informando que só eram autorizados a trazer consigo os passaportes e documentos de valor; ordenou então a evacuação, que se fez disciplinada e eficazmente com os passageiros excepcionalmente calmos e cantando em coro enquanto se dirigiam para os salva-vidas, apesar  de terem perdido todos os seus haveres. Felizmente, era dia, o mar estava calmo e após cerca de meia hora nas baleeiras, todos os passageiros e tripulantes foram recolhidos pelo “Bloemfontein Castle”, que entretanto alcançara a posição do desastre. O “Bloemfontein” de seguida rumou à Beira, onde chegou com os náufragos às l930 do dia 9.

 

  O naufrágio do “Klipfontein” – também é simbólico. Marca o começo do fim da era dos navios de transporte de passageiros (hoje subsistem os navios de cruzeiros turísticos em que muitos dos anteriores foram transformados). Houve um apogeu de paquetes depois do fim da II Guerra Mundial que em duas décadas se desvaneceu: por um lado, pelo rápido desenvolvimento do transporte aéreo, por outro, pela descolonização que retirou de circulação os colonos que usavam esses navios, sobretudo entre a Europa e África, mas também entre a Europa e as Américas, a Indonésia, a Índia, a Austrália e a Nova Zelândia. O “klipfontein” construído em 1939, era, com o “Jagersfontein” e o “Oranjefontein” o primeiro de três navios gémeos destinados à carreira entre os Países Baixos, o Reino Unido e a África do Sul e Moçambique. Significativamente os dois últimos foram vendidos para serem desmantelados em 1967; também o “Randfontein”, construído na Holanda especificamente para substituir o “Klipfontein”, maior e mais moderno e lançado à água em 1958, terminou este serviço em 1971 e foi vendido.

 

O porto da Beira, sendo acanhado, era contudo frequentado por bastantes paquetes, na época em que lá estive (1953/59). O maior e mais famoso eram precisamente o “Bloemfontein Castle” onde já viajavam muitas turistas que eram um chamariz para os imensos solteiros que havia naquela terra (só engenheiros do Caminho de Ferro eram às dezenas); havia sempre animado baile à noite abrilhantado pela orquestra privativa do navio, no seu grande salão, aberto a toda a população da cidade, cujos divertimentos eram escassos.

 

Da “Union Castle” escalavam a Beira mais três paquetes gémeos, um deles o “Dunnoter Castle” (num antecessor deste, do mesmo nome, viajou Churchil quando, como repórter, foi cobrir a guerra anglo-boer, levando no porão umas boas caixas de whisky, champanhe, porto, etc. para seu consumo pessoal). Também ingleses, escalavam a Beira os paquetes gémeos “City of Durbun”, “City of Exeter” e “City of Port Elizabeth”, extraordinariamente bons de manobra, embora todos os anteriores, como estes, navios de 2 máquinas. Ainda ingleses da British India, o “Karanja” e o “Kampala”, com oficiais ingleses e tripulação indiana, cheirando imenso a caril. Holandeses, mas da “Royal Interocean” eram os curiosos paquetes gémeos de 3 máquinas (e 3 hélices) “Boissevain”, “Ruys” e “Tegelberg”. Seguem-se os dois belíssimos gémeos italianos “Europa” e “África” que partiam de Itália, vinham pelo Suez, escalavam os portos de Africa até ao Cabo e retornavam a Itália. Havia também dois pequenos paquetes americanos, o “African Endeavour” e o “African Enterprise”. Por último os portugueses “Príncipe Perfeito”, “Angola”, “Moçambique”, “Infante D. Henrique”, “Pátria” e “Império”.

 

O “Klipfontein” voltou a ser notícia em Janeiro de 1967 a propósito duma reportagem do jornal “A Tribuna” de L. Marques, sobre a tentativa de recuperação de 500 toneladas de lingotes de cobre electrolítico, avaliadas em 24.ooo contos, que se encontravam nos porões do navio afundado, por um cirurgião sul-africano (!) mergulhador amador. Esta reportagem teve eco na imprensa Sul-africana e também em Inglaterra. A seguradora britânica Lloys teria, pouco tempo depois do naufrágio, recuperado um terço do total da carga e depois abandonado os trabalhos. O dito cirurgião terá firmado um contrato com o Governo de Moçambique para recuperar a restante carga, com a alegação de que, um ano após o abandono dos trabalhos, o navio naufragado em águas territoriais e a carga passariam para a posse do Estado ribeirinho. Gerou-se um conflito porque a Lloyds veio a terreiro dizer que o cobre remanescente ainda lhe pertencia e encetou diligências para o recuperar. Ignoro como terminou este conflito e se estes preciosos lingotes de cobre terão voltado a ver a luz do dia.

 

Nota – Este artigo foi escrito com o precioso apoio do nosso colega Cmt. E. Mayor

            Gonzalez a quem, à beira dos 90 anos, quero manifestar o meu apreço pela

            sua lucidez, cultura, modéstia e capacidade de trabalho e de ainda aprender.

 

                                                                  

                                                                     Luiz José de Faria                                                                                                                                 

 

20 de Maio

Nos dias 09/10 de Maio decorreu a 2ª Qualificação Nacional de Match race que acabou com a vitória da Álvaro Marinho que na final derrotou Manuel Marques por 3-0. Em regatas bem disputadas Manuel Marques começou a ganhar mas rapidamente Álvaro Marinho, fruto de um estado de forma fantástico, consegui dar a volta nas três regatas seguintes. Para o terceiro lugar as equipas da casa (ADO) Rui Bóia e David Aleixo defrontaram-se em três matches interessante que acabaram com a vitória de Rui Bóia por 2-1. Catarina Carvalho continua o processo de entrosamento com a nova equipa e, após este campeonato, rumou a LaRochelle para o Campeonato Universitário Feminino de Match Race onde alcançou o 8º lugar final. Nos dias 23/24 de Maio terá lugar o GP SMC-OceanTech09, regata costeira com 100 ou 60 milhas conforme o percurso seleccionado. Todos podem seguir a evolução dos concorrentes através do site inofrota.inosat.com pelo facto de todos os barcos estarem equipados com sistema da Inosat de localização GPS que informa via GSM a posição. Mais uma vez inovamos...

Vamos iniciar divulgação de relatos de quem tem algo para nos transmitir.                         Começamos com o Cmdt Luiz José de faria

 

Nascido em Leiria em Abril de 1927.

1945 – Concluído o “Curso dos Liceus”, é admitido, após exame, como aluno interno da “Escola Náutica”. Simultaneamente, frequenta o “instituto Britânico” e o “Instituto Francês em Portugal”.

1947 - Concluído o “Curso Elementar da Escola Náutica”, em 18 de Agosto  embarca, pela 1ª vez, como praticante de Piloto, no cargueiro N/V “Maria Cristina”, numa viagem a Sfax, na Argélia, levando madeira e trazendo fosfatos para a CUF.

Em Setembro, embarca no petroleiro N/T “Marão”, onde faz várias viagens ao Golfo Pérsico (Abadan, Rastanura, etc.).

1948 – Em princípios deste ano, ainda como oficial de ponte do N/T “Marão”, passa a desempenhar as funções de 3º Piloto.

 Em Agosto é transferido para o N/T “Aire” onde embarca como 2º Piloto. Neste navio, efectua viagens a portos das Caraíbas Curaçao, Aruba) e portos da costa sul dos EU (Gawston, Mobile…).  Desembarque em Dezembro, para embarcar no paquete “Serpa Pinto”, como 3º Piloto, que executa um cruzeiro de “Fim de Ano” à Madeira.

1949/1951 – Embarcado no paquete “Serpa Pinto”, da carreira do Brasil, que aportava em Funchal, S. Vicente, Recife (Pernambuco), S. Salvador da Baía, Rio de Janeiro e Santos.

Foi numa das viagens deste paquete que teve o privilégio de travar conhecimento com o insigne geógrafo e estudioso da náutica dos Descobrimentos Almirante Gago Coutinho, tendo-se introduzido, como piolho por costura, numa espécie de tertúlia em que o Almirante pontificava, como homem de cultura que também era, com João Vilaret, artista e homem culto e Maria Sampaio, actriz também muito culta. Foi durante uma conversa dessas que Gago Coutinho apresentou a peça do escritor Britânico J.B. Priestley, “Un Inspector Calls”. Incitou os dois actores a traduzir e levar à cena essa peça. Efectivamente, pouco tempo depois, estreava no teatro Avenida em Lisboa, a peça com o título “Está lá fora o Inspector”, representada  por João Vilaret. Obteve grande sucesso.

1951 – Transferido, como 2º Piloto, para o cargueiro N/V “Lugela” que efectua viagens para a maioria dos portos de Angola (incluindo Cabinda), passando por S. Vicente (raramente Praia), S. Tomé, e Príncipe. De Angola, carregavamos para os portos do Norte da Europa (Bordéus, Antuérpia, Roterdão e Hamburgo).

1952 –  Transferido para o paquete “Império”, que escala os portos de  Funchal, Las Palmas (Por vezes, na volta), S. Vicente, S. Tomé, Luanda, Lobito, Moçâmedes, Cidade do Cabo, L. Marques, Beira, Nacala e Porto Amélia.

1953 – Conclui o Curso Complementar de Pilotagem. Indispensável para obter a carta de Capitão da M. Mercante, após as exigidas derrotas.

2º Piloto do paquete “Angola”. Viagem idêntica à do paquete “Império”.

Imediato do cargueiro N/M “Alger”. Viagem a Liverpool, Manchester e portos carvoeiros da Cornualha, com regresso por Portimão.

1954/1959 – Piloto da Barra e Porto da Beira.

      Comanda vários rebocadores e dragas em viagens a L. Marques

1959 – 2º Piloto do paquete “Moçambique” em viagem da Beira para Lisboa, via Cabo da B. Esperança.

1960 – 2º Piloto do “Angola”, em viagem de Lisboa para L. Marques.

1960/1976 - Piloto da Barra e Porto de L. Marques, onde atinge a categoria de Sota-Piloto-Mor.

Durante este período, para concluir derrotas (tirocínios) necessárias para a carta de Capitão, efectua viagens nos navios “Príncipe Perfeito”, “Moçambique”, Bayete (Golfo Pérsico,  África do Sul e Escócia) e Licungo.

1977 – Carta de Capitão da Marinha da Marinha Mercante.

           Nos primeiros 6 meses assiste á construção de arrastões,, para o Governo de Moçambique, em estaleiros no Rio de Janeiro  (Niteroi).

Comanda, em duas viagens sucessivas, do Rio para Maputo com arribada no Cabo, dois destes arrastões (Arpem I e Arpem IV), sempre com um outro nas suas águas dirigido por um Mestre.

1977//8 – Comando do N/M “Liazi” em viagens na costa de Moçambique

1978 – Comando do petroleiro N/T “Matcheje”dum estaleiro perto de Hiroshima para a Beira. Aportamos em Singapura e diversos portos da Malásia e Indonésia para recolher óleo de palma, o qual foi transportado para Bassorá. Carregamos depois refinados em Bharein para a Beira.

1979/80 – Comando do N/M “Ilha de Porto Santo” e do N/M “Lagoa” em diversas viagens entre todos os portos das ilhas dos Açores, excepto Corvo. Uma viagem ao Funchal.

1980 – Imediato  do  N/M “Ganda” numa viagem a Leixões.

Imediato do N/M “Açores” numa viagem a S: Miguel.

1980/81 – Piloto do Porto de Sines. Manobras com  grandes petroleiros incluindo  “VLCC” (Very large crude carriers).

Imediato do N/M “Pico” num viagem ao Funchal e volta.

Imediato do N/M “Sete Cidades” numa viagem a Bilbao com regresso a Viana do Castelo.

Comando de rebocadores  em diversas viagens a Leixões e Setúbal.

1981/82 – Piloto da Barra e Porto de Lisboa.

1982 Abril – Aposentação por Limite de Idade.

 

 

04 de Maio

No Camp Nacional JOD 35 realizado a 01/02 e 03 de Maio saiu vencedor o Tuttamania/GoBuilling.com de António Carvalho seguido do Jatai de Orlando Pedrosa e do Via Lactea com David Aleixo ao leme. Nas oito regatas efectuadas a superioridade do GoBulling.com na disputa com o Jatai foi uma constante. Um único ponto de diferença no final diz tudo.

Está tudo pronto para a Qualificação Centro de Match race onde vão estar presentes as três equipas da ADO (Catarina Carvalho, Rui Bóia e David Aleixo) bem como o campeão nacional em título Álvaro Marinho (20º no ranking mundial da especialidade), a campeã nacional feminina Rita Gonçalves. Os treinos vão acontecer na tarde de sexta-feira no Porto de Recreio de Oeiras. A Distribuição de Prémios será no MovidaCaffé (Porto de Recreio de Oeiras) pelas 17.30 do dia 10 de Maio. Desejamos a melhor performance aos atletas da ADO.

27 de Abril

No Camp Reg JOD35 saiu vencedor o GoBulling.com, seguido do Jatai e do Garbi. As 6 regatas foram efectuadas com a superioridade do GoBulling.com a marcar a diferença.

No Camp Nac Junior Laser Radial o pódio foi ocupado pelos velejadores da ADO. António Mourão, Martim Pinto e Lourenço Sampaio dominaram os acontecimentos. Pedro Costa Macedo terminou em 12º entre 28 atletas. Prevemos um bom futuro para estes atletas assim surjam apoios para um trabalho cada vez mais aprofundado. A ADO apoiará na medida das suas possibilidades.. 

No próximo fim de semana este vosso escriba vai estar como juiz na Comissão de Regata do Campeonato Nacional JOD35 nas águas do campo de regatas de Oeiras

25 de Abril

No Campeonato Regional JOD35 que se efectua no Porto de Recreio de Oeiras, o GoBulling.com de António Carvalho lidera seguido do Jatai de Orlando Pedrosa.

No Campeonato Nacional de Juniores em Laser Radial (Matosinhos) os velejadores da Associação Desportiva de Oeiras António Mourão, Lourenço Sampaio e Martim Pinto ocupam os tres primeiros lugares na entrada do último dia de competição.

Hoje mais um treino da tripulação do Seven (Miguel Lima, Pedro Alves, Agostinho Domingos, Vitor Augusto, Ivo Leite e Filipa Balsa) navegaram até junto da Torre de Belém e regressaram a Oeiras com ventos entre os 12/25 com rajadas de 28nós.  Amanhã o dia é dedicado a intervenções de manutenção preventiva/correctiva.

Encontrei este video no youtube do Broceliande (trimaram de Alain Gauthier e Mich Desjoyeux ) a navegar "muito rápido". Isto é ULTIMATE SAILING.....

Neste dia de comemorações existe uma canção da época que dizia assim "......só há liberdade a sério quando houver a paz, o pão, habitação, saúde, educação...quando pertencer ao povo o que o povo produzir...". Hum.......

23 de Abril:

Vamos iniciar em Maio a publicação neste site de artigos escritos por pessoas ligadas ao mar que queiram deixar um registo de episódios vividos no mar ou em terra mas sempre com forte ligação ao mar. O primeiro artigo será publicado a 03 de Maio.

Sobre os preparativos para o II OEIRAS MATCH CUP já está assegurada a presença de duas equipas estrangeiras (Espanhola do skipper Jofre Rabadà do Club Arenys del Mar e da Nova Zelandia do skipper Phil Robertson do Royal New Zealand Yacht Club) além das equipas da "casa" (ADO) de Catarina Carvalho, Rui Bóia e David Aleixo bem como da campeã nacional de Match Race feminino Rita Gonçalves

 

12 de Abril:

Aconteceu neste fim de semana da Páscoa em Leixões o Campeonato Nacional de Match Race Feminino. A tripulação de Rita Gonçalves revalidou o título de campeã ao vencer Marta Lobato da Final. Margarida Cassiano conseguiu o terceiro lugar ao derrotar a sua anterior timoneira Catarina Carvalho da Associação Desportiva de Oeiras. Com sete tripulações a competir neste dois dias de vento suficiente para óptimas regatas. O calendário de Match race continua com a Qualificação Centro a 09 e 10 de Maio em Oeiras seguida do II Oeiras Match Cup (prova grau 3 ISAF) a 23 e 24 de Maio com a base no Porto de Recreio de Oeiras.

O próximo evento de cariz nacional será o Campeonato Nacional de JOD35 a realizar em Oeiras de 1 a 3 de Maio com organização da ADO e da POR402. No fim de semana anterior acontece o Campeonato Regional de JOD35 também em Oeiras que é visto como um bom treino das tripulações para o Campeonato Nacional da classe. 

23 de Março:

Os objectivos para 2009 da nossa equipa são a renovação do título do "Desafio Oeiras" e o melhor ANC-B no campeonato nacional ANC que vai ser efectuado em Cascais. Até lá temos muito treino a efectuar em Oeiras. E para uma melhor preparação toda a tripulação frequentou o "ISAF Sea Survival Course" cujo única entidade  formadora em Portugal é a Associação Desportiva de Oeiras.

Demos inicio às participações do Seven no calendário de 2009 no dia 22 de Março. O evento foi o Troféu ADO 2009 e resultou no segundo lugar da classe ANC-B. A tripulação de quatro elementos (Carlos Silva, João Ribeiro, Pedro Alves e Agostinho Domingos) teve um bom desempenho com destaque ao "trimming" da genoa do Agostinho e constante atenção ao odómetro. Quando o vento caiu uma má opção de içar balão a uma mareação fechada foi penalizante para o resultado final pois até á última bóia o Seven estava na frente  da regata.

O próximo desafio é o GP SMC-OceanTech09 a 23/24 de Maio. São 100 milhas ao longo da costa de Portugal Continental que para um 30pés pode ser duro de enfrentar...

 

E a partir de agora vamos iniciar a publicação de artigos de opinião/relatos/histórias de figuras do mundo da náutica em Portugal e no mundo.....

 

  SMC Networks logo